Quando chegou no SPFC André Dias era um ex-zagueiro do Goiás e só. Tinha jogado no Flamengo, e mal. Sua reputação era “estranha”, já que ele chegou com status de grande zagueiro sem ter conseguido nada num grande clube até então. E não era um menino, convenhamos.
Ficou meses enrolado na justiça até poder jogar. Quando entrou, afundou o time contra o São Caetano na semi do Paulista e cometeu outras falhas menores em outras partidas. Desde então, questionei o real potencial do tal “André Dias”.
Podcast após a virada do Mengão sobre o Flu, 5×3. Papo divertido e sem noção com Arthurzão, do Urublog.
Discutimos o clássico, a possível saida de Petkovic e muito mais. Ouve aí, nação!
Domingo, 19h30. Maracanã, palco maior de uma verdadeira doença mundial chamada “futebol”. Em campo, Flamengo e Fluminense, responsaveis pelo tal de “Fla-Flu”, maior clássico do mundo.
De uniformes “número 1″, com 60 mil pessoas, ambos em boa fase, o jogo prometia. Mas, para um digno suspiro de alegria de Nelson Rodrigues, esteja onde estiver, não foi apenas um grande jogo. Diria que foi “o jogo”. Aquele que abre a temporada do futebol brasileiro.
São Paulo e Corinthians seguem brigando. Um não fala com outro, não joga no estádio do outro, e os torcedores acham super engraçado tudo isso. Afinal, nada mais divertido do que ver seu clube falar um “foda-se” publicamente para o rival.
Seria, não fosse tão engraçado quanto estúpido. Na Europa, o Real Madrid sabe que PRECISA do Barcelona. No Brasil, SPFC e Corinthians acham que não precisam um do outro. Talvez porque se julguem mais inteligentes, sei la. Mas, de fato, não são muito.
A Globo fez uma matéria com a velha guarda contando a história da minha querida Mocidade. De onde vem o nome, a estrela e outras particularidades da estrela de Padre Miguel.
Vale a pena ver. Goste de samba ou não. Aliás, se não gosta, azar seu. rs
Domingo, final da tarde, Maracanã. Flamengo e Fluminense se enfrentam como nos velhos tempos. Não, não é uma decisão. Nem precisa, nunca precisou. O mais tradicional, charmoso e famoso clássico do mundo ao longo da história acontece recheado daquilo que motiva o futebol: Expectativa.
Craques dos dois lados, casa cheia, os dois times em paz com a torcida, e a esperança de termos um jogaço. Assim é o Fla x Flu, diferente daqueles horríveis em épocas anteriores, com estádio vazio, longe do Maracanã e com os dois times em má fase.
Muita gente anda comentando, e com motivos, a matéria da Placar deste mes sobre o SPFC. Assinada pelo meu xará Ricardo Perrone, ela mostra algumas coisas “estranhas” no SPFC, outras claramente ruins. E questiona se o “império” não pode vir abaixo.
Acho exagero tanto o “império” quanto “vir abaixo”. Mas acho de extrema relevancia que isso venha a publico para que essa imagem MENTIROSA de clube perfeito e de pessoas 100% honestas não iluda mais o torcedor. Canso de dizer isso, ha seculos. E por dizer sou odiado por boa parte da torcida do SP. Mas, entre a verdade e meia duzia de elogios, fico com a verdade.
Robinho está de volta. Aliás, ele, Fred, Adriano, Ronaldo, R. Carlos, entre outros que quiseram voltar e não conseguiram em busca de um lugar na Copa de 2010. O Santos acertou com o jogador por um salário astronomico, dizem. Cerca de 1 milhão por mes.
E vale! A pena, e a grana. Craque é sempre a maior atração do futebol, e o Santos terá um. Robinho pode estar numa fase complicada, pode ter seus mil defeitos. Mas joga uma barbaridade. O que vimos em 2002, 2003 não era ilusão de ótica. Basta querer.
Noventa minutos pode parecer muita coisa, principalmente se neles o seu time é humilhado. Em noventa minutos o seu ego vai ao chão ou ao céu, afinal de contas, é o “seu” time, é a “sua” camisa, a “sua vitória e a “sua” derrota. Isso faz do futebol especial.
Mas, perto de 100 anos, noventa minutos se tornam absolutamente nada. Infelizmente hoje em dia a história vale os 90 minutos para muitos torcedores e parte da mídia. Mas não é assim, nunca será. O que aconteceu no Engenhão domingo não reflete o “fim dos tempos”, nem sequer justifica a atitude desesperada e imbecil daquele torcedor.
Em dezembro Juvenal conversou com a diretoria, coisa que nunca faz. Ouviu que o time não joga bem, concordou, e apoiou a mudança do esquema para um 442. Contratou jogadores bons, mas ninguém fora de série. Apostou no elenco, e já se arrependeu.
Os motivos não são os resultados, óbvio. Ninguém no SPFC é maluco de considerar os 3 primeiros jogos como parametro. Mas, entre as apostas da diretoria e o mercado, existe uma diferença. Dinheiro. E, pasmem, não é exatamente pra onde ele vai, mas sim de onde ele vem.
Não, não mudei de idéia. Pra mim revelar na Copinha vale mais que o titulo. Mas… dá um desconto né? É campeão!!!! rs
O jogo desta segunda-feira no Pacaembu foi fantástico. SPFC e Santos fizeram um jogo absolutamente emocionante, cheio de bons dribles, jogadas de técnica e chances de gol. Meio tempo pra cada, e o empate levou aos penaltis. Lá, 3×0, com show do goleirão tricolor.
Cada dia que passa eu fico mais assustado com o futebol. Ja me desapaixonei por um time, já me decepcionei com outros tantos, já sabia que aconteceria, mas… “Saber que é corno é uma coisa, ver sua mulher na cama com outro é bem diferente”.
Futebol é um meio nojento. Não porque “compram jogos”, como alguns acham. Mas porque nada é claro, nada é objetivo e direto. Tudo passa por “alguem que indica”, “alguem que manda”, ou algum favor que se faz.
Jogador de futebol é uma raça complicada. Ha pouco tempo, num grande clube, um jogador despontava como destaque na temporada. Meteu gol, jogava bem, a torcida gostando dele. Até que um dia, sem mais nem menos, a policia apareceu.
No clube, um dirigente recebeu um telefonema. E assim acabava a linda história do promissor craque e seu clube.
O Palmeiras segue com o problema de sempre. Tem um time razoável, mas um elenco ruim. Hoje, de novo, ficou claro. Muricy cobra elenco, com razão. Especifica posições, surtando.
O Ituano teve algumas chances já que a zaga do Palmeiras estava completamente perdida. O ataque do Palmeiras funcionou bem novamente. Mas… faltou elenco pra repor o jogador expulso, faltou calma pro time e faltou organização no fim do jogo.
Jogos de futebol tem começo, meio e fim. Clássicos tem apenas começo e meio. O de hoje, com certeza, teve apenas o começo. Levou 30 minutos pro Vasco acabar com a partida. Outros 60 pra afundar o Botafogo numa crise precoce. E tenha certeza, haverá.
Perder um clássico é normal. Por 6×0, em casa, não é nada normal. E da forma que atuou o Botafogo hoje, pior ainda. O tempo todo desorganizado, sem ter pra onde ir, sem ter por onde jogar. Enquanto o Vasco deitava e rolava desde o começo.




